A partir dos anos 70, com a criação dos primeiros computadores pessoais, teve início o que conhecemos hoje como transformação digital. Computadores, redes, internet, celulares, tablets, software e aplicativos invadiram as nossas vidas.

 

A Internet ou World Wide Web tornou-se disponível ao público na década de 90. Teve um começo tímido com uns poucos nerds acessando, pois não tinha grandes conteúdos. Mas com o apoio da indústria de tecnologia e alguns sites pioneiros como Mercury Center e o Hotwired da revista Wired, a internet acabou se popularizando e revolucionou o mundo transformando-o em digital.

Só para se ter uma idéia da rapidez com que a internet se popularizou, a eletricidade criada em 1873 levou 40 anos para atingir 50 milhões de usuários, o telefone criado em 1876 levou 35 anos, o automóvel que é de 1886 precisou de 55 anos, o rádio (1906) já foi bem mais rápido e precisou de apenas de 22 anos, a televisão (1926) levou 26 anos, o micro-ondas (1953), 30 anos, o microcomputador (1975) apenas 16 anos, o celular (1983), 13 anos e a internet precisou de apenas quatro anos (1995 a 1998) para atingir a marca de 50 milhões de usuários no mundo.

Com uma expansão como esta a internet, é claro que, se tornou um ambiente importante para o marketing das empresas tanto B2C quanto B2B. É o marketing digital!

Consta que a primeira tentativa de publicidade online foi feita pelo escritório de direito Canter & Sigel em 1994 que enviou uma comunicação oferecendo seus serviços para obtenção de green card a vários grupos de discussão existentes, que foram as bases da internet e causou uma grande revolta dos usuários, por violar uma das regras dos grupos de discussão que era, justamente, não postar mensagens comerciais.

Depois disso, sites como o hotwired (da Revista Wired) iniciou um movimento de criar espaços definidos para a disseminação de publicidade caracterizada por imagens gráficas e assim surgiu o banner.

Foi nesse período que começaram a aparecer os provedores de acesso e de conteúdo (os portais) e os sites de busca, como o Yahoo.

As empresas despertaram para as oportunidades que este novo meio oferecia crescendo exponencialmente pelo mundo. É claro que os primeiros sites comerciais eram de empresas de vendas online de computadores e software, mas logo vieram produtos especiais como vinho, flores e serviços.

Os banners e os patrocínios de seções dos provedores de acesso e conteúdo foram as primeiras atividades do marketing digital buscando levar tráfego para os sites comerciais das empresas, que ofereciam informações sobre seus produtos e serviços, a maioria relacionados à própria internet e informática.

Esta forma de publicidade cresceu e campanhas começaram a disputar espaços dos grandes portais de conteúdo. Uma série de dispositivos e estratégias foi criada como os anúncios programáticos que, com a ajuda do Google, perseguem o consumidor aonde quer que ele vá e o re-targeting, muito utilizado pelo e-commerce, para fazer oferta de outros produtos a clientes que estiveram em suas lojas.

Não podemos deixar de lado as redes sociais que desde o bom, “velho” e falecido Orkut têm uma grande atratividade junto aos brasileiros.

O fato é que hoje, no Brasil, cerca de 80% da população tem acesso à internet seja pelo computador, tablet ou celular (que já passou dos 283 milhões de linhas).

Com um número tão grande de consumidores “dando sopa” pelo mundo digital e com tantas possibilidades de captura-los, a pergunta que fica é a seguinte:  O quanto você está gerando de negócios, de vendas e de resultado efetivo neste ambiente?

Você anda coletando as chamadas métricas de vaidade como número de likes, reachs, cliques, compartilhamentos, visitas ao site ou anda medindo a geração de leads e de oportunidade de vendas efetivas passadas para seu time de vendas?

Não que as métricas de vaidade não sejam importantes, mas está cada vez mais fica difícil justificar investimentos só com elas. Não é mesmo?

No início foram boas métricas, mas com o passar do tempo, empresários e corporações querem saber qual o retorno sobre investimento e, a melhor forma de justificar esses investimentos em marketing digital é relacionar valor investido com vendas geradas.

Para nossa felicidade é possível por meio de técnicas de Inbound Marketing e da automação do marketing digital, fazer tracking de visitantes, converte-los em leads, nutrir o relacionamento até transformá-los em oportunidade real de venda e finalmente concretizar a venda. Pronto, agora sim temos várias métricas associadas a resultados e podemos calcular o ROI de cada campanha e de cada investimento.

Para saber mais sobre métricas, desenvolvemos um material rico e específico que você pode baixar aqui: Como mensurar e otimizar canais de marketing digital.

 

Roger Melo – Sócio Fundador da Sellketing – Marketing to Sell More